Identificação do problema
Mesmo em uma smart city futurista como Tecnópolis a desigualdade ainda será uma realidade muito presente e trazer o avanço tecnológico para a saúde pública e para a vida de todos aqueles que dependem dela vai ser um sério desafio. Na rede pública, a defasagem tecnológica e logística da saúde juntamente com a descentralização e difícil acesso de dados clínicos prejudicam o trabalho dos médicos e enfermeiros, muitas vezes custando a vida do cidadão médio.
Validação do problema
É só olhar para o Brasil do presente! Aqui, é fácil perceber o abismo tecnológico: enquanto hospitais privados de ponta possuem vários softwares de gestão de saúde independentes, o SUS ainda usa papel.
Segundo matéria da Folha de SP: “Hoje, o atendimento de um beneficiário da saúde pelo SUS demora até dois anos para ser notificado à operadora, esse atraso causa a perda de dados relevantes do paciente, seu diagnóstico clínico e acompanhamento, [...].”
Essa ineficiência no atendimento resulta em precariedade nos serviços e tem impacto tremendo para os brasileiros, pois, na saúde, tempo é muito mais do que dinheiro - é vida. De acordo com estudo publicado no The Lancelot, no SUS “os cuidados que devem ser prestados podem ser excessivamente tardios para as doenças que exigem ação rápida, o que reduz as probabilidades de sobrevivência.”. Em números, mais de 150 mil brasileiros morrem anualmente nesse processo.
Fontes
Identificação do problema
Mesmo em uma smart city futurista como Tecnópolis a desigualdade ainda será uma realidade muito presente e trazer o avanço tecnológico para a saúde pública e para a vida de todos aqueles que dependem dela vai ser um sério desafio. Na rede pública, a defasagem tecnológica e logística da saúde juntamente com a descentralização e difícil acesso de dados clínicos prejudicam o trabalho dos médicos e enfermeiros, muitas vezes custando a vida do cidadão médio.
Validação do problema
É só olhar para o Brasil do presente! Aqui, é fácil perceber o abismo tecnológico: enquanto hospitais privados de ponta possuem vários softwares de gestão de saúde independentes, o SUS ainda usa papel.
Segundo matéria da Folha de SP: “Hoje, o atendimento de um beneficiário da saúde pelo SUS demora até dois anos para ser notificado à operadora, esse atraso causa a perda de dados relevantes do paciente, seu diagnóstico clínico e acompanhamento, [...].”
Essa ineficiência no atendimento resulta em precariedade nos serviços e tem impacto tremendo para os brasileiros, pois, na saúde, tempo é muito mais do que dinheiro - é vida. De acordo com estudo publicado no The Lancelot, no SUS “os cuidados que devem ser prestados podem ser excessivamente tardios para as doenças que exigem ação rápida, o que reduz as probabilidades de sobrevivência.”. Em números, mais de 150 mil brasileiros morrem anualmente nesse processo.
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